+55 (21) 2567-8841 / +55 (21) 97631-1719 / +55 (21) 98332-6584 info@aquarelas.tur.br

Geografia

Introdução

O Brasil é o maior e mais populoso país da América Latina, que se estende desde a Linha do Equador, no norte, até abaixo do Trópico Capricórnio, no sul, e entre as coordenadas longitudinais de 34º a 73º, de leste a oeste. Com uma área de 8.515.767.049 km², cobre metade do território sul-americano. Ele compartilha fronteiras com todos os países do subcontinente, exceto Chile e Equador. O Brasil é o quinto país em extensão e população no mundo, atrás de Rússia, Canadá, China e Estados Unidos.

O Brasil possui uma população de mais de 207 milhões de pessoas, e os mais de 500 anos de mistura formaram uma das populações mais diversas do mundo. População, esta, distribuída desigualmente no território, possuindo baixa densidade demográfica: cerca de 24 habitantes/km², algo comparável a de vizinhos muito menores.

A geografia divide o Brasil em duas regiões: a metade noroeste do país, composta pela bacia amazônica e coberta pela floresta equatorial, e a região sudeste, constituída por planaltos e montanhas, e coberta de savanas e de florestas. A leste, o Oceano Atlântico faz fronteira em um enorme litoral, 7,491 km.

Na maior parte do país, o clima tropical, quente e úmido predomina. As estações são invertidas em comparação com o hemisfério norte. O inverno, que vai de julho a setembro, é a estação seca. As temperaturas variam muito de norte a sul. Por vezes há neve no extremo sul do Brasil, enquanto o norte registra temperaturas acima de 40°. O verão, muito mais quente e úmido, cobre os meses de dezembro a fevereiro, e regista regularmente temperaturas acima de 40°.

As 5 regiões do Brasil

Cinco regiões, subdivididas em 26 estados administrativos e 01 Distrito Federal, formam a República Federativa do Brasil. Estas regiões são: – a região NORTE, que corresponde à Amazônia e às suas cidades fluviais de Manaus, Belém e Santarém – a região NORDESTE, que inclui todos os pequenos estados e as cidades costeiras de Recife, Fortaleza e Salvador – a região CENTRO-OESTE, associada ao planalto central brasileiro e sua capital federal Brasília – a região SUDESTE, mais urbanizada, cujos motores econômicos são Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte – a região SUL, a mais meridional e com estações mais definidas, com suas cidades de Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis.

O tema principal desta seção é a apresentação cada uma das 05 regiões que compõem o Brasil. Um gigante continental que tem uma variedade de estilos climáticos, geográficos e de vida que multiplicam diversas tradições históricas, gastronômicas e culturais.

Clique no mapa interativo para obter maiores informações sobre cada uma delas.

Carta de Identidade

  • Nome Oficial: República Federativa do Brasil
  • Idioma Oficial: Português
  • Moeda Oficial: Real – R$ – BRL
  • Capital: Brasília
  • Datas Nacionais: 07 de Setembro (dia da Independência) / 15 de novembro (Proclamação da República)
  • Superfície: 8.515.767,049 Km²
  • População estimada em 2017: 207,7 milhões de habitantes
  • Densidade Demográfica em 2015: 24,11 habitantes/km²
  • Número de municípios: 5.570
  • Longevidade media em 2015: 75,5 anos
  • Crescimento Demográfico em 2016: 0,8%
  • Índice de Desenvolvimento Humano em 2015: 0,75
  • Índice de GINI em 2015: 0,515
  • Taxa de analfabetismo em 2014: 8,30% dos brasileiros com 15 anos ou mais
  • Religiões: Católica Apostólica Romana (64.6%) – Evangélicos (22,2%) – Ateus (8,1%) – Espiritas (2%) – Outros (3,1%)
  • Composição da População*: « Mestiços » (43,1%) – « Brancos » (47,7%) « Negros » (8,7%) – Indígenas (0,4%) * Este é o modo como as pessoas se definem oficialmente.
  • Produto Interno Bruto 2016: R$6,266 trilhões
  • PIB Per capita em 2016: 30.407 BRL
  • Crescimento do PIB em 2016: – 3,60%
  • Dívida Interna em relação ao PIB em 2017: 76,2%
  • Salário Mínimo em 2018: 965,00 BRL
  • Taxa de Inflação em 2017: 3,1%
  • Taxa de Desemprego em 2017: 12,2%

O Brasil no Mundo

Maior produtor de minério de ferro;
Dono da maior reserva de agua doce;
Dono da maior floresta tropical;
Quarto produtor de madeira;
Para os ornitólogos: 1.772 espécies de aves conhecidas, e crescendo;
Para os naturalistas: mais de 100.000 espécies de invertebrados descobertas;

Maior população bovina do mundo;
Está entre os 10 principais produtores de: aves domesticas, café, soja, cana de açúcar, laranja, carvão, alumínio, aço e etanol.
98 % das reservas mundiais de Nióbio estão no Brasil, metal indispensável na construção de naves espaciais, aviões, mísseis, centrais hidrelétricas e dos “super-aços”.

Região Norte

A região norte é a maior região do Brasil. Representa 42% do território nacional. Está localizado na região geoeconômica do rio Amazonas entre o Maciço da Guiana, a Cordilheira Andina, o Planalto Central do Brasil e a região Nordeste do Brasil. Faz fronteira com outros 07 países do continente americano. Também é lar da maior floresta tropical do mundo, com um terço das reservas florestais terrestres do mundo, abrigando o maior e mais complexo ecossistema e a maior bacia hidrográfica do mundo.

No início do século 20, a região isolada vivia principalmente da extração de látex e de outros recursos naturais. A década de 1960 e o advento do regime militar no Brasil coincidem com as políticas de desenvolvimento das cidades, assentamentos e criação de estradas. Objetivos parcialmente alcançados, pois os rios e os seus afluentes continuam a ser a melhor maneira de se deslocar na vasta Amazônia. Após o declínio da era Latex, a economia se reinventou com as políticas fiscais e a criação de uma zona livre. Manaus é o motor industrial da economia regional, e inclui 400 multinacionais, gera 10 bilhões de dólares por ano e criou 350 mil empregos indiretos.

A região norte é caracterizada pelo baixo relevo. A bacia amazônica cobre a maioria da região em um enorme labirinto de floresta coberta e inúmeros rios, afluentes e riachos. Apenas a fronteira com a Venezuela modifica o horizonte. Ela é formada por várias montanhas que constituem os picos mais altos do país: Pico da Neblina, Pico do 31 de Março e Monte Roraima, que se elevam a cerca de 3.000 metros de altitude. Essas imensas riquezas naturais fazem da Amazônia eterno de objeto de desejo de potencias predadoras, inclusive por sua importância geopolítica e comercial nos dias de hoje e para os que virão.

Um desafio é lançado para o futuro da região amazônica. Um verdadeiro desconhecido diante das contradições intrínsecas do modelo capitalista global e do frágil equilíbrio ecológico desta região.

A região Norte é amplamente influenciada pelo clima tropical. Ela é caracterizada por temperaturas muito altas e umidade ao longo do ano. O clima forma 02 estações. Na primeira parte do ano de dezembro a maio, as chuvas são constantes e às vezes muito violentas. A estação seca, que decorre de junho a novembro, é caracterizada por uma queda drástica nos níveis do rio, alterando radicalmente a paisagem.

As atividades de ecoturismo dominam o cenário e a oferta turística local. A pesca esportiva é praticada na área de Barcelos. Cruzeiros e hotéis da selva na região de Manaus, turismo etnológico e aventura nos cantos mais remotos deste “inferno verde”. Cultura e um folclore únicos, cuja apoteose ocorre em junho na ilha de Parintins, com o choque de carnaval do Bumba meu Boi. Um fenômeno natural também atrai os curiosos na foz do rio gigante: a Pororoca. Uma onda contínua que se forma com a maré crescente e pode atingir 5 metros de altura.

Região Nordeste

A região do Nordeste é composta por 09 estados, todos banhados pelo Oceano Atlântico. Esta região é uma terra de contrastes e diversidades. Possui uma população mestiça. Um legado da sociedade colonial que, ligada à exploração da cana-de-açúcar e do comércio triangular, governou a economia durante os 03 séculos. A abolição da escravatura, infelizmente, não mudou esse modelo econômico e a região continua sendo a mais pobre do Brasil. No entanto, os planos sociais governamentais, a construção maciça das universidades e a indústria do turismo reduziram drasticamente a precariedade extrema. Um desafio ocorre no campo à medida que as metrópoles costeiras continuam a ser os centros de influência econômica e política.

O relevo regional é desenhado para o interior pelo Planalto de Borborema, os cânions da Bacia do Rio Parnaíba e depressões em torno da Bacia do rio São Francisco. A região costeira é caracterizada por planícies. O clima é tropical por causa da proximidade com o equador. Há, no entanto, uma diferença entre o clima tropical úmido da região oceânica e o clima semiárido que domina a região central.
Quatro sub-regiões: “mata, agreste, sertão e meio-norte” constituem e definem as características geográficas desta região.

A região da “Mata” é uma faixa de terra que prolonga o Oceano Atlântico. É a área mais populosa do Nordeste. As principais atividades econômicas são a exploração da cana-de-açúcar e do turismo. O clima é úmido tropical, as temperaturas médias são estáveis ao longo do ano em torno de 25 graus; A precipitação é concentrada durante as estações de outono e inverno. Esta ampla faixa de terra é principalmente coberta pela floresta tropical atlântica. As áreas de manguezais dominam os estuários, as palmeiras e as dunas estão mais próximas do oceano.

O “agreste” é uma zona de transição entre a zona litoral e o sertão semiárido. O clima é aproximadamente idêntico ao da área do “mata”. O tecido económico local consiste em pequenas explorações agrícolas. Eles cultivam mandioca, batata, feijão e milho. A pecuária alimenta a produção de queijo, leite e manteiga.

O sertão cobre 70% do território regional. É conhecido como o polígono da seca. As temperaturas são mantidas entre 23 e 27 graus ao longo do ano, com baixa precipitação: menos de 800 milímetros por ano. A cobertura vegetal é conhecida como “caatinga”, uma palavra de origem nativa que significa: floresta branca ou cinza. Vegetação do deserto composta por cactos e plantas secas adaptadas a longos períodos áridos. Esses longos períodos sem chuva moldaram a paisagem com solos rachados e rochosos dominados por antigas planícies, depressões e cânions sedimentares.

Finalmente, o “meio-Norte” inclui os estados do Piauí e do Maranhão. Um espaço cujo clima e vegetação são influenciados pela zona semiárida no Sul e pela zona equatorial amazônica no norte. As principais atividades são agrícolas, plantio e exploração das florestas de coqueiros que cobrem o horizonte.

Região Centro-Oeste

A região centro-oeste tem apenas 04 unidades políticas: 03 estados e o distrito federal, que abriga a capital do Brasil: Brasília. A região está na fronteira com 02 países da América do Sul Bolívia e Paraguai.

A região floresceu na segunda metade do século 20 com a transferência da capital administrativa para Brasília. Um sonho idealizado há muito tempo que realizado em 21 de abril de 1960 com a inauguração da terceira capital do país. Os efeitos positivos desta transferência são rápidos com um influxo de população e a proliferação de indústrias e de estradas no planalto central brasileiro. A economia desenvolveu-se nessas grandes áreas em torno do gado e da agricultura (soja, algodão e cana-de-açúcar). As riquezas do subsolo: diamante, ouro, manganês, amianto, cobre e calcário também são recursos importantes para a economia regional.

O relevo da região centro-oeste é caracterizado por um gigantesco planalto, conhecido como o Planalto Central brasileiro, os cânions das chapadas e as planícies inundadas que constituem o ecossistema do Pantanal. O clima tropical continental prevalece na região. Oferece temperaturas médias entre 18 e 25 graus e duas estações distintas: um verão chuvoso e um inverno seco.

A vegetação que se desenvolveu nessas latitudes tem as características do “cerrado”: árvores pequenas com folhas duras e raízes profundas misturadas com gramíneas. Um aspecto semelhante à paisagem da savana africana.

A região do Pantanal tem um aspecto muito mais variado com planícies de inundação, áreas de floresta densas e planícies abertas, dedicado à exploração de gado. As aguas provenientes das cordilheiras se acumulam nesta área de 100.000 km2 de muitos rios. O cenário de excepcional biodiversidade faz do Pantanal um destino de renome mundial para observadores de pássaros. Por sua vez, Brasília atrai entusiastas da arquitetura e da modernidade. Chapada dos Veadeiros, está posicionada como um lugar de atração em torno de seu parque nacional, seu magnetismo e seu festival anual de culturas regionais.

Região Sudeste

A macrorregião do Sudeste é a região mais povoada, mais populosa, mais urbanizada, mais industrializada e mais desenvolvida do Brasil. Muitos indicadores o definem como o centro econômico e tecnológico do país. Um ator que contribui com 55% do PIB nacional por meio de indústrias pesadas. Produção automotiva e industrial no estado de São Paulo, mineração de minerais no estado de Minas Gerais e extração de petróleo no estado do Rio de Janeiro.

A razão para este primeiro lugar é econômico-histórica. Nesta região o ouro foi extraído, no século XVII, em Minas Gerais. Nesta região a cultura do café atingiu seu pico no século XIX. Esta região hospedou por quase 200 anos a capital do Brasil: Rio de Janeiro. Nesta região a atividade industrial apareceu no século XX, acompanhada de fluxos financeiros internacionais e fluxos migratórios.

Os elementos acima mencionados tornam esta região um ator essencial na vida política e econômica do Brasil desde sua fundação. Um motor que constrói relações com o resto do país e não só produz a realidade econômica, social e cultural nacionais, influenciando os fluxos migratórios internos, mas também alimenta as desigualdades regionais e os sonhos dos cidadãos brasileiros.

A região sudeste é fonte de muitos rios brasileiros que, combinados com o rico relevo provenientes de várias cadeias montanhosas, promove sua utilização por várias usinas hidrelétricas. As montanhas da Serra da Mantiqueira, Serra do Mar e Serra do Espinhaço separam os planaltos interiores cobertos de pastagens das extensas planícies costeiras onde formam-se lagoas, praias e penínsulas cobertas de floresta tropical. Hoje, esses ecossistemas são o lar da mata atlântica, encontrada nas encostas inacessíveis de montanhas, e gramíneas. Os outros: o “cerrado” e a “caatinga” são difíceis de resistir diante dos interesses econômicos agrícolas e dos desenvolvimentos industriais e urbanos.

O clima regional varia com base em 03 fatores principais: latitude, topografia e circulação de distúrbios atmosféricos. É tropical na região oceânica e nas bacias “capixaba” e “fluminense”. Temperaturas médias e altas ao longo do ano e 02 estações distintas: estação de chuva de verão e estação seca de inverno ilustram os sintomas tradicionais do clima tropical. Os climas: tropical de altitude, subtropical e semiárido também estão presentes na região. O primeiro, nos planaltos de altitudes baixas e médias no interior dos 04 estados que compõem a região. Distingue-se por uma baixa amplitude térmica e chuva abundante. O segundo, perto da fronteira entre o estado de São Paulo e o Paraná, com uma distribuição uniforme anual de precipitação e uma grande amplitude térmica. O último, no norte do estado de Minas Gerais.

O turismo é muito desenvolvido nesta região sob a égide do Rio, cidade maravilhosa, de Janeiro. No estado do mesmo nome, os destinos de aventuras e relaxamento são numerosos: Arraial do Cabo, Búzios, Paraty, Ilha Grande, … Para aventureiros, trilheiros e entusiastas dos esportes radicais, os parques nacionais de Itatiaia e a Serra dos Órgãos são terrenos de apreciação. A esses destinos são adicionados os de Minas Gerais, com as cidades coloniais de Tiradentes, Ouro Preto, Diamantina, o parque da Serra do Cipó e Caraça e as cadeias montanhosas da Mantiqueira e da Canastra.

Região Sul

A região sul é a menor região do Brasil, em termos de área. Está no extremo sul do país e tem uma fronteira terrestre com 03 países do continente: Argentina, Uruguai e Paraguai. As fronteiras comuns com esses países membros do Mercosul dão aos portos de Itajaí, Paranaguá e Rio Grande relevância no comércio marítimo internacional. Este não é o único indicador que faz da região sul a segunda macrorregião brasileira.

Os monarcas brasileiros procuraram atrair populações europeias para essas terras já no século XIX. Alemães e italianos responderam amplamente ao chamado para se tornar pequenos produtores. As ondas que se seguiram durante um século deixaram marcas indeléveis na sociedade contemporânea, evidenciadas pelos costumes, arquitetura e gastronomia regional. A Oktoberfest em Blumenau, no estado de Santa Catarina, é o maior festival de cerveja do mundo depois do seu primo de Munique.

As indústrias agrícolas e pecuárias, atuais motores da economia regional, estão intimamente ligadas às origens da população. Desde a sua instalação, a população tem sobrevivido por meio da produção agrícola tradicional, como feijão, milho e mandioca. Antes de se distinguir na produção de trigo e frutas por meio de compotas e geleias, já era forte a produção de vinhos e porcos para confecção de salsichas, atividades agrícolas tradicionais na Itália e na Alemanha. Adicionado a essas indústrias, encontra-se a produção de energia por meio de grandes fábricas hidroelétricas, incluindo a de Itaipu, que já foi a mais importante do mundo.

O relevo da região sul é variado. É composto de planaltos, planícies e depressões. O ponto mais alto da região é o Pico Paraná, que se eleva a 1.922 metros de altitude.

02 planaltos desenham a topografia regional. O planalto cristalino ou atlântico, que atinge altitudes elevadas em sua parte oriental, é amplamente coberto por pinhais. A parte ocidental erodida forma uma série de baixas elevadas conhecidas como “mar de morros”, principalmente nos estados do Paraná e Santa Catarina.

O planalto meridional ocupa grande parte do estado do Rio Grande do Sul. Formada de rochas sedimentares e vulcânicas, as colinas escondem os “pampas”. Esses vastos terrenos gramíneos favorecem a criação de gado, e dá aos gaúchos sua principal característica visual face o resto do país. A depressão costeira é rica em praias enormes, penínsulas de dunas e manguezais cobertos com gramíneas.

A região sul do Brasil é a única a estar na zona climática temperada. A região é ventosa, e a chuva é distribuída uniformemente ao longo do ano. Ao sul do Trópico de Capricórnio, o clima é considerado subtropical. A amplitude térmica é forte. Na costa, as temperaturas são superiores a 30 graus, que durante o inverno caem em torno de 20 graus. Nas serras são regularmente registradas temperaturas negativas. As geadas existem, mas a queda de neve é excepcional. Esta última observação faz da região sul do Brasil o destino turístico nacional de excelência para se conhecer o “frio”.